domingo, 31 de julho de 2016

ATUALIZAÇÃO PATRIMONIAL JUL/16 (+ 6,03 % ou + 2.421,08)

INTRODUÇÃO


Mês tranquilo com relação as finanças e trabalho, não tenho o que reclamar da forma que a carteira vem se comportando. Tenho tentado ao máximo minimizar o esforço que antes eu despendia no gerenciamento da carteira de investimentos e estou me concentrando muito mais em fazer mais dinheiro e controlar o fluxo de saída (gastar menos), para que assim eu possa formar o meu ainda pequeno bolo.


Coloquei como meta elevar o rendimento dos produtos e da carteira como um todo e dessa forma fiz duas pequenas vendas de produtos que estavam andando de lado ou até mesmo em marcha ré. Infelizmente errei no tempo da compra, mais uma lição, aceitei a perda.


  • NTNB 2024 P.  Liquidado pois estava com rentabilidade arrastada. Rentabilidade final - 0,2953%


  • NTNB 2035 P. Liquidado pois estava com rentabilidade arrastada a mais de 2 meses - Forte volatilidade.
Rentabilidade final - 2,5702%


Sem mais delongas, apresento a todos a carteira de investimentos Corrida dos Ratos a Fuga, fechamento julho de 2016:


CARTEIRA ATUALIZADA


Novidade :






Estou fazendo uma experimentação no mundo dos FII, até o momento estou achando bem interessante e promissor.
Quando comecei, não tinha noção exata do que estava fazendo e acabei pulverizando pouco mais de R$1.650 nos FII’s acima. Quando digo pulverizar, foi pelo fato de escolher os produtos com base na rentabilidade, preço e feeling apenas. Logo após as compras resolvi acompanhar melhor, definir metas, e avaliar com muito cuidado os relatórios mensais. Confesso que ainda estou tentando entender esse mundo.


DIVISÃO DOS ATIVOS





De acordo com o tripé dos investimentos, a minha carteira de investimentos está escalonada (%) da seguinte maneira:


RENTABILIDADE 45,58%
SEGURANÇA 37,69%
LIQUIDEZ 20,91%



META 2016


De R$ 35.602,90, que antes fora minha meta inicial para 2016, tenho a expectativa agora para este ano que o patrimônio chegue a R$ 55.715,91, isso considerando os contratos (dois) que tenho em vigor que estão me gerando receita e é claro o ajuste da rentabilidade.
Estava com uma meta ambiciosa de 60 K para este ano, mas preciso bolar algo para fazer mais dinheiro. Caso eu consiga a extensão de mais um mês no contrato que acaba no final de agosto com uma das empresas que presto serviços, encostarei nos 60 K e o senhor mercado deve me ajudar com boas rentabilidades.
Vale lembrar que a projeção que faço no gráfico acima é com base em rentabilidade de 1% líquido de impostos e com os aportes previamente definidos em planilha fluxo de caixa.


BALANÇO PATRIMONIAL REDUZIDO


Não farei mais o BP reduzido. Estou com excesso de controles e utilizarei apenas o fluxo de caixa e a projeção de aportes apenas para controle da carteira.


CONCLUSÃO


Mês tranquilo de muito estudo e pouca energia despendida para finanças. Esse mês coloquei em prática algo que eu queria faz tempo, olhar cotação uma vez na semana para atualizar controles.
A partir de agora a carteira vai ficar em modo passivo, farei novas metas, continuarei seguindo as já feitas e colocarei toda minha energia no trabalho/estudos, pois é dali que sairá mais dinheiro para obra da Nossa Senhora dos Aportes.


E para você que mora no Tiro de Janeiro:


“QUE COMEEEEECEM OS JOGOS OLÍMPICOS, AMIGOOO …”



kkkkk


Sucesso a todos !!



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Post Scriptum:


Não esqueçam de acompanhar a saga da pobreza no ranking da pobreza minoritária classe D- para baixo no blog do Jogo do Milhão (Self Made Man). Também estou na fila para entrar no ranking dos milionários do blog do Pobretão (dispensa link).

quarta-feira, 27 de julho de 2016

AMIGOS NA SOLIDÃO - ABRO ASPAS

Excelente texto indicado por nosso amigo do blog Heavy Metal, indico a todos a boa leitura e novamente reafirmo o excelente texto do autor Flávio Quintela.

Abro aspas:

“A ignorância é a condição necessária da felicidade dos homens.” (Anatole France)

Política é geralmente o assunto desta coluna, e é também o assunto predominante em meus perfis de redes sociais. Muitas pessoas reclamam que não aguentam mais ouvir falar disso. Será que estão certas? É melhor não falar de política, não se envolver com essa “coisa suja”? Para mim, viver hoje no Brasil, ignorando a situação do país e o governo que pesa suas mãos sobre cada um de nós, equivale a viver num sonho controlado, num simulacro de democracia. No filme Matrix, Neo é chamado a uma decisão que mudaria sua vida para sempre, uma decisão sem volta: movido por uma profunda inquietação com o mundo em que vivia e por um sentimento constante de não pertencimento, ele toma a pílula vermelha, que o leva a descobrir que não passava de um escravo manipulado pelas máquinas, criado e mantido vivo para fornecer aquilo de que elas precisavam.

A pílula vermelha é difícil. Muito tempo atrás, um grande amigo meu me deu um livro, o primeiro volume de História da Filosofia, de Giovanni Reale. Na primeira página, uma breve dedicatória, algo que jamais esqueci: “O conhecimento da realidade traz a verdade. A verdade liberta. O preço da liberdade? A solidão. Boa sorte.”

Ele não poderia estar mais certo. Nos anos seguintes, abri os olhos para a realidade em que eu vivia. Embora sempre achasse que o Brasil tinha inúmeros defeitos, a preferência por não investigar a realidade de um modo crítico me permitia continuar vivendo na “matrix” e nela ser feliz. Com o tempo, a dedicatória profética de meu amigo se cumpriu: as camadas de verniz e tinta que escondiam a realidade foram retiradas, como num minucioso trabalho de restauração, e o que eu vi por baixo delas não foi uma obra de arte maravilhosa, e sim um retrato cru e inóspito do Brasil em que eu vivia; já não era possível aceitar nenhuma informação sem uma dose considerável de análise e estudo. O fato é que sobram pouquíssimas pessoas em sua lista de “gente com opinião a respeitar” depois que você começa a passar todos os discursos pela peneira da razão. É justamente daí que vem a solidão da verdade, pois há uma multidão que prefere viver no sonho, na simulação, no autoengano e na ignorância.

Aonde quero chegar? Simples: o que o Brasil é hoje, o é em grande parte devido a esse apego à felicidade baseada na ignorância. Não há nada mais agradável do que viver num sonho, e o brasileiro é o campeão mundial de viver sonhando. A simpatia e a alegria dos brasileiros, cantadas e entoadas como nossa maior virtude, são fruto de nossa maior fraqueza: a recusa em ver a verdade. Desde frases populares como “Deus é brasileiro” até canções que dizem “Moro num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza”, o brasileiro nasce, cresce, reproduz-se e morre achando que o seu país é o que há de melhor no mundo, e que viver aqui é ser abençoado, é ser especial, é ser o topo da pirâmide universal de felicidade.

Os últimos anos foram muito atípicos, a meu ver: por um lado, o governo petista se avolumou e tomou uma posição de ataque às liberdades individuais, principalmente a de expressão; por outro, parece que muita gente anda tomando a pílula vermelha e acordando do sonho dirigido. Falo aqui das pessoas que têm partido para o engajamento intelectual, que têm se preparado para o debate de ideias, que têm povoado a internet com bons artigos, que têm escrito livros, que têm lutado por ideais e princípios justos. Muitos que já haviam se conformado com a solidão intelectual permanente passaram a conhecer outros solitários, e mais outro, e mais um ali, e assim por diante. São amigos, mesmo os que não se conhecem pessoalmente, de uma maneira aristotélica: acreditam nas mesmas coisas, buscam as mesmas virtudes, abominam os mesmos males.

Fecho aspas.

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domingo, 17 de julho de 2016

VOCÊ ESTÁ SE COLOCANDO NO PAPEL DE VÍTIMA ?

Fala aí rapaziada da corrida do milhão, ando bastante enrolado com trabalho e não tenho tido tempo para dar a atenção devida a nossa comunidade. Tão pouco tenho escrito nada original para colocar aqui nessa bagaça. Tive várias ideias que estou só anotando, contudo não consigo desenvolver na semana os assuntos. Como consegui um tempinho agora a noite, vou escrever algo bem interessante que vivi a pouco tempo e que lembrarei pelo resto de minha vida terrena.
        Vitimização:
Era um assunto que frequentemente eu abordava dentro da minha antiga equipe de trabalho (não com esse título e não diretamente), por conta de duas péssimas profissionais que infelizmente eu tinha que lidar no exercício de minhas funções. 
Diariamente eu trocava uma ideia cabeça com as figuras a fim de motivar e melhorar o desempenho das mulas (que era próximo do zero), contudo além de não agregarem em nada à equipe de trabalho, só me fodiam a paciência e atrapalhavam de todas as formas o bom andamento da equipe. Felizmente depois de muita insistência com minha gestora (jumenta emocional), consegui demiti-las e contratar duas outras pessoas (fiz a seleção sem ajuda do RH) que foram bem mais agregadoras que as duas mulas que citei antes.    
O mais interessante no abordado acima é que as duas se faziam de vitima o tempo todo. Ou eu estava pegando pesado de mais, ou a empresa não possuía estrutura, ou o mercado estava muito bom para elas fazerem a função miserenta delas, ou o salário era baixo, ou era magro, ou era gordo... Até ameaçado de processo judicial por assédio moral eu já fui. Hoje pensando melhor,  eu que deveria ter processado aquelas jumentas galopantes, afinal era eu que saía todo dia tarde para fazer o trabalho delas, passavam mal de tanta dor muscular por conta de stress e dormia e comia mal para segurar o rojão do time enquanto elas simplesmente se faziam de coitadas.
Enfim, duas "vitimas" que só conseguiram piorar muito a minha estadia no antigo xiqueiro onde eu trabalhava... Só tenho que agradecer o recrutamento e seleção da minha antiga empresa, onde triava esse pessoal não sei onde (na porta do Bangu III) e continua a trazer gente pior e pior. Por fim, esse problema não é mais meu, só me restou o aprendizado.
De qualquer forma, ficam as seguintes dicas para avaliar e até repensar nos momentos que nós mesmos nos deixamos abalar por conta das situações da vida e acabamos caindo nessa armadilha horrível que é se fazer vítima. 
Esse pequeno apanhado que li a um tempo atrás vai nos ajudar a lidar com essa situação, caso ocorra:
Pseudo "vítimas": 
Ao invés de assumirem a responsabilidade pelo que acontece na sua própria vida, algumas pessoas preferem se colocar no papel de vítimas. Mas como é que a gente sabe quando alguém está se colocando no papel de vítima? A resposta é: uma vítima tem três atitudes óbvias.
1. Culpar os outros.
Uma vítima sempre aponta o dedo para outras pessoas ou circunstâncias sem jamais olhar para si mesma. A vítima põe a culpa na economia, no governo, na bolsa de valores, no gerente, nos diretores da empresa, no marido ou na mulher, no sócio, em Deus e, é claro, nos pais. A culpa é sempre de outra pessoa ou de outra coisa. O problema é invariavelmente alguém ou alguma coisa, nunca ela própria.
2. Sempre ter uma justificativa.
Quando não está culpando alguém, a vítima trata de racionalizar ou justificar a sua situação dizendo: “Isso não é assim tão importante.” Você acha que se disser ao seu marido ou à sua mulher, à sua sócia ou ao seu sócio que eles não são assim tão importantes, algum deles ficaria muito tempo com você? A resposta é não. Da mesma forma que se em sua opinião determinada coisa não é assim tão importante, você simplesmente não terá essa coisa.
Vamos dar como exemplo o dinheiro. Toda pessoa que diz que dinheiro não é importante não tem dinheiro nenhum. Os ricos entendem a importância do dinheiro e o lugar que ele ocupa na sociedade. Nenhum rico acredita que dinheiro não é importante. 
Então pare de se justificar. Não faça como a raposa da fábula “A Raposa e as Uvas”.
3. Viver se queixando.
Queixar-se é a pior coisa que alguém pode fazer por sua saúde e por sua riqueza. A pior mesmo, e por quê? Porque existe uma lei universal que diz: “Aquilo que focamos se expande.” Quando  nos queixamos , no que estamos concentrados? Naquilo que está errado em nossas vidas. E, uma vez que aquilo que é focado se expande, receberemos mais do que está indo mal.
Você já reparou como costuma ser difícil a vida das pessoas que vivem se lamentando? Parece que tudo que pode dar errado lhes acontece. Elas podem dizer: “É claro que eu reclamo, minha vida é uma droga.” É justamente o contrário: é exatamente porque elas reclamam que a vida delas é uma droga.
Ó Céus, ó vida....

De hoje em diante, quando você se vir culpando os outros, se justificando ou se queixando, pare imediatamente. Lembre-se de que somos nós mesmos que criamos nossas vidas e atraímos para ela o sucesso ou algo negativo. É fundamental resgatarmos nosso poder e escolher cuidadosamente os nossos pensamentos e as nossas palavras.
E se você cruzar com algum tipo de pessoa assim, tome cuidado por que eles/elas são verdadeiros sangue-sugas emocionais e podem te destruir com esse campo negativo que as cercam. Podemos ajudar tentando abrir seus olhos, mas primeiramente devemos nos ajudar, então atenção.

Forte abraço e até a próxima.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

RAPIDINHA: VOCÊ CONHECE A HISTÓRIA DA GALINHA ??



Numa granja, uma galinha se destacava entre todas as outras por seu espírito de aventura e ousadia. Não tinha limites e andava por onde queria. O dono, porém, estava aborrecido com ela. Suas atitudes estavam contagiando as outras, que já a estavam copiando.
Um dia o dono fincou um bambu no meio do campo, e amarrou a galinha a ele, com um barbante de dois metros. O mundo tão amplo que a ave tinha foi reduzido a exatamente onde o fio lhe permitia chegar. Ali, ciscando, comendo, dormindo, estabeleceu sua vida. De tanto andar nesse círculo, a grama dali foi desaparecendo. Era interessante ver delineado um círculo perfeito em volta dela. Do lado de fora onde a galinha não podia chegar, a grama verde, do lado de dentro, só terra.
Depois de um tempo, o dono se compadeceu da ave, pois ela, tão inquieta e audaciosa, era agora uma apática figura. Então a soltou.
Agora estava livre! Mas, estranhamente, a galinha não ultrapassava o círculo que ela própria havia feito. Só ciscava dentro do seu limite imaginário. Olhava para o lado de fora mas não tinha coragem suficiente para se aventurar a ir até lá. E assim foi até o seu fim.

Nascemos tendo nossos horizontes como limite, mas as pressões do dia-a-dia fazem com que aos poucos nossos pés fiquem presos a um chão chamado rotina. Há pessoas que enfrentam crises violentas em suas vidas, sem a coragem de tentar algo novo que seja capaz de tirá-las daquela situação. Admiram os que têm a ousadia de recomeçar, porém, elas próprias buscam algum culpado e vão ficando dentro do seu "círculo".

“Esforça-te e tem bom ânimo, não temas, nem se espantes. Porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares.” (Josué 1:9)

Não deixe que as pressões e problemas do dia-a-dia o sufoquem a ponto de não avançar. Confie em Deus e siga em frente.


Muita prosperidade para todos !!